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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Carlos Palhau // Amar-te ao vento



Pensei em como seria bom escrever sobre ti meu amor,
De tudo teria eu de escrever sem ter medo do teu julgar,
Escreveria sobre o que penso enquanto me lamento,
Por não te ter agora em mim, nesta noite cheia de vento.

Seria como escrever uma carta de amor para o meu amor,
Um lindo conjunto de emoções seria por ti lido e entendido,

Onde não faltariam aqueles momentos que não os posso partilhar,
Seriam muitas as vozes que iriam querer saber o porquê de te amar.

Amar-te assim não é um simples desejo de alguns que se amam,
Amar-te assim é um encontro de um sentimento que perdura,
É como se fosse água mole em pedra dura que bate,
Tanto que ela bate, como bate agora o meu coração.

Sabes amor que um dia também o tempo namorou o vento?
O tempo dei-lhe tempo para que pudesse ser amado,
O vento guardou-o com medo de não ter tempo para o amar,
Então pensaram numa razão que seria mais forte que o sentimento.

Eu não sou o tempo e tu não és o vento,
Mas quero que com o tempo,
Ter tempo para te amar, amar e amar,
Mesmo que seja amar-te ao vento.

Carlos Palhau

Armando C F Palhau © Todos os direitos reservados



1 comentário:

Rosa Purpura disse...



Lindo poema:cheio se AMOR:::LUZ e LIBERDADE!!!!


"Mas quero que com o tempo,
Ter tempo para te amar, amar e amar......."

beijinhos meu querido

Rosa Purpura