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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Ruth Ministro /// Pressentimento


Foto: Pressentimento    Ruth Ministro    Pressinto a tua voz,  a luz da noite que se apaga,  o silêncio aninhando-se no  meu peito cansado.  Sei que, por esta hora,  as ruas desertas da cidade  respiram a tua ausência,  mas na minha boca há ecos  da tua voz da minha voz  soprados pelo vento morno.  Queria parar o tempo do  mundo na palavra amor,  e dentro dela fazer crescer  apenas a ideia do teu rosto,  mas tudo o que sou é inútil.  Parece que te oiço, espera,  o sonho já não demora.    É tão frágil anoitecer ao relento  na margem do coração.

Pressinto a tua voz,
a luz da noite que se apaga,
o silêncio aninhando-se no
meu peito cansado.
Sei que, por esta hora,
as ruas desertas da cidade
respiram a tua ausência,
mas na minha boca há ecos
da tua voz da minha voz
soprados pelo vento morno.
Queria parar o tempo do
mundo na palavra amor,
e dentro dela fazer crescer
apenas a ideia do teu rosto,
mas tudo o que sou é inútil.
Parece que te oiço, espera,
o sonho já não demora.

É tão frágil anoitecer ao relento
na margem do coração.
 
 
Ruth Ministro
 

1 comentário:

Rosa Purpura disse...



Lindo Conde!!!!

Sei que, por esta hora,
as ruas desertas da cidade
respiram a tua ausência....
..........e.............


É tão frágil anoitecer ao relento
na margem do coração.


beijos para ti ,com o carinho de sempre

rosa