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segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Ricardo- águialivre

Feridas abertas no sentir do meu coração 
 
 
 

 Quando te sinto nua sobre o meu corpo quente
 E o teu beijo desassossega o meu pensamento
 Fecho os olhos na doçura de um corpo carente
 Fazendo do teu corpo, meu desejado momento
 Silêncios invadem o anoitecer da minha prece
 Nas gotas soltas da sudação que vive em mim
 Quando o teu corpo, alvorada que me apetece
 Transpira na anuência de um carinho sem fim
 Jaz o sentimento num clamor silente e abafado
 Nas lágrimas implantadas nas rugas da ternura
 Sintonia de amor em traços de afectiva paixão
 Nas correntes do meu ser imortalizei o passado
 Quando sinto as incisões da imperfeita loucura
 Como feridas abertas no sentir do meu coração


Ricardo- águialivre   



1 comentário:

fatima maria disse...

Quando o teu corpo, alvorada que me apetece
Transpira na anuência de um carinho sem fim!!!!!

Adorei bjinho, Conde.