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terça-feira, 18 de junho de 2013

POEMA SEXAGÉSIMO SÉTIMO (excerto)

POEMA SEXAGÉSIMO SÉTIMO (excerto)
*

Em ti, posso mudar a esperança, a serenidade
e o imenso cansaço crescendo
dos meus braços para o mar,
entrando depois pelo teu corpo
para acender lentamente
o fogo
e pronunciar
a oração do fogo.

O que escrevo,
há muito retirei da tua voz,
esse rio que transborda em mim,
cujas margens sou eu, este eu abnegado e lutador,
capaz de florir uma alegria jovem enquanto
o fogo arde.
Não é uma coisa admirável
co
mpartilhar o mesmo leito, como


Mãozinha Marota...

duas gaivotas felizes
embasbacadas de azul?




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