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sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Bruno de Paula

Como poderei ser um poeta,
se não tenho em meus versos
as palavras que definam
a cor-de-um-olhar ?
Não falo do olhar do dia a dia,
que nasce em cada esquina.
Esse, tem cor desbotada,
são de palavras gastas e desusadas.
Falo do olhar antes-de-uma-lágrima e,
do olhar depois-de-um-adeus.
Aquele, que faz um sentimento curvar-se,
uma alma calar-se.
Desse ...
Não tenho as palavras.
.
 Bruno de Paula 



1 comentário:

fatima maria disse...

Falo do olhar antes-de-uma-lágrima e,
do olhar depois-de-um-adeus.
Aquele, que faz um sentimento curvar-se,
uma alma calar-se.
Desse ...
Não tenho as palavras.

beijinho,Conde..
.