terça-feira, 8 de novembro de 2016

Francisco Valverde Arsénio

 A COR DOS TEUS OLHOS!

POEMA



 
Se o infinito fosse azul...
para que serviria a cor dos teus olhos?
Há palavras,
faço palavras,
e elas fundem-se nos sonhos do poeta.
Folhas secas ou em branco,
varridas pelo vento ou desprovidas da caneta,
e uma noite escura,
e uma madrugada de prata,
e um dia de abraços.
E novamente a cor dos teus olhos,
e o medo que as estrelas te roubem o brilho,
e que o mar te vista de mil ondas.
Fecho-me nas lágrimas vertidas contigo
ou na tua ausência;
fico-me na espera
ou de espera,
fico-me no tempo que fazemos nosso tempo.
E novamente a cor dos teus olhos,
e os pássaros roucos de tanto cantar,
e há perfumes que te levam e trazem,
e há a lua que se pintou da cor dos meus cabelos…
Ah! Essa cor dos teus olhos.





1 comentário:

  1. e que o mar te vista de mil ondas.
    Fecho-me nas lágrimas vertidas contigo
    ou na tua ausência;
    fico-me na espera
    ou de espera,
    fico-me no tempo que fazemos nosso tempo.
    E novamente a cor dos teus olhos,
    e os pássaros roucos de tanto cantar,
    e há perfumes que te levam e trazem,
    e há a lua que se pintou da cor dos meus cabelos…
    Ah! Essa cor dos teus olhos.

    Estou sem facebook,só terei sexta á noite ou sexta feira,castigo de um poema das mémorias de 2012......ahahahah..bjinhos

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