Descrição: Não!! Não quero amar-te. Não posso amar-te! Mas és sol do meu pensamento, em ti a cada momento. Lua das frias noites, abraço na minha solidão de todos acompanhada, sem norte, sem sul, sem nada, básicos seres nesta imensidão sem fim. Não quero amar-te! Seria o meu holocausto na ara do teu corpo, tua alma. Meu ser no teu absorto, ali, em êxtase, subjugado, à espera, num soluço, do teu beijo desejado. Não! Não quero amar-te! Mas a minha fantasia segue os teus passos no cumprir do dia a dia, despe-te a roupa suga-te o sexo lambe-te o beijo, colhe-te o abraço como um pedaço de mim!! H.G. Novembro2002 |
pode saber sim..é passado longe que não vai voltar porque assim escolhi.
ResponderEliminare quanto ao poema sempre podemos amar ...bjs conde.
Era bom se mandassemos assim nos nossos sentimentos...
ResponderEliminarBeijinho de lua*.*
Podemos amar sim, as vezes não correspondido, mas podemos amar e amamos mesmo quando não devemos
ResponderEliminarCerto?
Beijinhos doce