segunda-feira, 1 de julho de 2013

De João Carlos Esteves, in "INVENTEI-TE AS MANHÃS" /// CÂNTICO

CÂNTICO


há um cântico adormecido
na orla da minha existência

a melodia esconde-se difusa
em despojos de noites e indícios de alvoradas
como um pássaro distante
beijado pela impressão de um horizonte apaixonado

há um som quase invisível
nas veredas da minha alma

insinua-se, de mansinho,
como uma flor a desabrochar no bailado das manhãs
promessa que foi crisálida na transformação do ser

há uma palavra guardada
nos mares do meu sentir

com ela danças no seio das estrelas
e amarras o seu som
ao teu peito enamorado



João Carlos Esteves, in "INVENTEI-TE AS MANHÃS"


 





3 comentários:

  1. OLÁ!!!!!


    revelado é o Amor, no silêncio intimista -dos que se amam,sem ruído...................
    "



    insinua-se, de mansinho,
    como uma flor a desabrochar no bailado das manhãs
    promessa que foi crisálida na transformação do ser..........."

    Mágico!!!!!!!!!!!

    Gostei da partilha


    Um beijo
    querido conde!








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  2. Adoreiiiiiii!!!!!!!!!!!

    há uma palavra guardada
    nos mares do meu sentir

    Beijinho Conde........

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  3. há uma palavra guardada
    nos mares do meu sentir

    com ela danças no seio das estrelas
    e amarras o seu som
    ao teu peito enamorado

    Beijinhos Conde

    ResponderEliminar